domingo, 2 de março de 2014
Time do Ypiranga Esporte Clube - 1970
Em pé-Biana - Adelmo - João Fumaça - Zé Maria - Delcio - Zé do Sinhô -Dijalma - Agachado - Jorginho - Valmir - Zé Rocha - Patrola - Carlos - Chibiuzão - Ronaldo Vilela (1970)
sábado, 10 de dezembro de 2011
Antiga Subestação de energia de Arcos
Esta era a antiga subestação de energia de Arcos. No local ficavam as chaves e os transformadores, que controlavam o abastecimento de energia vindos da Hidroelétrica da Usina Velha. Contam os antigos moradores que a iluminação era fraca e a coloração era avermelhada, assemelhando-se a um tomate.
No entanto, representava um grande avanço, que só foi superado com a chegada da energia da CEMIG, muito tempo depois. A construção ainda resiste próximo à ponte do bairro Niterói.
domingo, 11 de setembro de 2011
Cinema Arcoense
Esta era a fachada do Cinema de Arcos, em 1934. O prédio onde hoje, funciona o Tele Cerveja da Praça da Matriz. Alí, nos bons tempos do cinema, é poca de filmes como Mazaropi, Trinyt, Os Trapalhões e muitos outros, a fila para comprar ingressos ia até o final do prédio, onde hoje existe um lanche.
Naquele tempo, convidar uma moça para ir ao cinema, era uma coisa romântica. Assim, nos filmes de amor como; "O vento levou", Titanic e outros, os casais lotavam o cinema. Nesta época, o cinema tinha um sistema de autofalantes, que tocavam as músicas que faziam sucesso, para atrair os expectadores ao local.
O local era comandado pela falecido Zé Laranjeira, que depois da decadência do cinema no mundo e aparição dos videocassetes, fechou o lugar, provavelmente por falta de público. Assim, o cinema de Arcos ficou na memória daqueles que amam a 7ª arte.
Naquele tempo, convidar uma moça para ir ao cinema, era uma coisa romântica. Assim, nos filmes de amor como; "O vento levou", Titanic e outros, os casais lotavam o cinema. Nesta época, o cinema tinha um sistema de autofalantes, que tocavam as músicas que faziam sucesso, para atrair os expectadores ao local.
O local era comandado pela falecido Zé Laranjeira, que depois da decadência do cinema no mundo e aparição dos videocassetes, fechou o lugar, provavelmente por falta de público. Assim, o cinema de Arcos ficou na memória daqueles que amam a 7ª arte.
domingo, 7 de agosto de 2011
Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo
Em 1862, o bispo de Mariana expede a seguinte comunicação: "Antônio por mercê de Deos e Santa Sé Apostólica, Bispo de Mariana, Aos Fiéis da Freguesia dos Arcos, Benção do Senhor: Constando-nos que ha entre vós huma pia Sociendade destinada a cuidar das obras de vossa matriz, a aprovamos, sendo a obra dirigida pelo Reverendíssimo Vigário e mais 2 sujeitos que a mesma sociedade escolher. Estes Três ficam por nós autorizados para cobrarem o que os fiéis prometerão para vossa obra, e para dirigirem. Recomendamos a todos que concorrão e se prestem como prometeram, e aos 3 encarregados que tratem a administrar estas quantias inviolavelmente, procurando logo empregá-las, e proibimos que elas se doem a prêmio. Dada esta em Mariana aos 7 de Abril de 1862, ASS. Antônio Viçoso Bispo de Mariana.
Este documento registra o início da construção da Matriz de Nossa Senhora do Carmo de Arcos. Segundo o Livro: História de Arcos, até 1909, ela sofreu vários acréscimos e adjuntórios. Várias transformações e reformas foram realizadas ao longo dos anos. Seu interior despojado de ornamentos pictorescos, contrasta com o exterior de estilo neo-colonial, de tocante expressividade e beleza. (Barreto, Lázaro - 1992)
As terras do entorno da Igreja Matriz pertenciam à Padroeira pois, foram recebidas através de doaçôes feitas pelos fiéis.
(Fotos de autores desconhecidos)
sábado, 30 de julho de 2011
Incêndio no Chapéu de Palha
Esta foto é um registro histórico do incêndio que destruiu o Bar e Lanchonete Chapéu de Palha, que ficava localizado na esquina da rua Tenente Ribeiro com a Praça Da Matriz, onde hoje é a funerária.
Contam que em um dia de procissão, durante uma queima de fogos, a cobertura do local que era de palha, pegou fogo e ficou totalmente destruída.
O bar era o ponto de encontro da juventude, inclusive era uma espécie de boate, onde os jovens dançavam e se divertiam.
Depois do incêndio o bar foi reconstruído, porém com a cobertura de telhas. Durante muitos anos o "Chapéu de Palha" recebeu os jovens arcoenses nas noites de final de semana.
(se você conhece algo sobre esta história ou conhece alguém que tem outras informações sobre esta ou outras histórias de Arcos, envie para mim através do e-mail: jornalismo@portalarcos.com.br e ajude a contar a história de nossa gente)
domingo, 24 de julho de 2011
Capela de São Julião
Localizada na região rural de Arcos, próximo ao lugar conhecido como "Piranhas", a construção marca uma fase importante da história de Arcos. Conforme registros históricos, no século XIX (dezenove), um documento paroquial marca uma reforma que a capela teria sofrido.
Datado de 23/10/1898, e assinado pelo vigário Carlos Frederico Braga descreve, nos seguintes termos "Tendo-se retocado interiamente uma pequena capela sita no antigo Cemitério intitulado São Julião pertencente a esta freguesia de cuja sede dista sete kilômentros mais ou menos, e atendendo a grande devoção de ha muito transmitida aos devotos atuais, venho impetrar-lhe humildimente se digne conceder-me faculdades para de novo benzê-la nos rituais romamos." (Trecho do documento publicado no livro: História de Arcos - Lázaro Barreto)
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